Sexta-feira, 10 de Julho de 2009
Terça-feira, 7 de Julho de 2009
Bloco de Esquerda apresenta Candidatura Autárquica

Ricardo Silva sente “orgulho e sentido de responsabilidade” ao assumir o papel de Cabeça de Lista pelo Bloco à Câmara de Santa Comba Dão. O Candidato e a sua equipa estão confiantes, acreditando que “existem cada vez mais santacombadenses, cientes dos seus direitos e deveres enquanto cidadãos, e que vêem neste projecto, que é o BE, uma alternativa credível para gerir o concelho”. Ricardo Silva acredita que a participação do BE na política autárquica introduzirá a “viragem urgente na política concelhia”, onde predominará a transparência e a inexistência de jogos de interesses, aposta ainda em “políticas sociais de fundo, políticas ambientais corajosas, em projectos de desenvolvimento turístico sustentado e em interacção com o meio ambiente, por oposição aos supostos projectos dos executivos anteriores, nomeadamente o Museu Salazar e o empreendimento turístico da Sr.ª da Ribeira”. Fez ainda referência à reivindicação da “propriedade pública da água” que está nas mãos dos serviços privados, nomeadamente da empresa Águas do Planalto, mas que deverá “regressar à gestão pública”. O discurso de Ricardo Silva terminou com uma frase de entusiasmo “chegou a hora de contrapôr às políticas bolorentas do passado a frescura e coragem do futuro ” com “a força e apoio que os cidadãos nos têm dado”.
Clara Alexandre será a candidata à Assembleia Municipal, “é algo que me agrada de sobremaneira aqui em Santa Comba Dão”. A cabeça de lista do BE para a Assembleia Municipal criticou a imagem que Santa Comba Dão tem nos média, “é altura de inverter essa imagem”, e promete que esta “candidatura acabará com o marasmo das nossas Assembleias Municipais e irá mudar a política concelhia”.
“O Bloco de Esquerda propõe-se funcionar neste orgão em regime de rotatividade, e neste sentido estaremos presentes quer eu, quer o David Marcelino Ferreira em 2º lugar”, com o objectivo de terminar com o “panorama desolador de unamismo, que vai alternando com quezílas estéreis e falta de poder propositivo existentes na nossa Assembleia”. A candidata frisou a importância do voto útil no BE, e em particular para o orgão que encabeça, o que nos facultará “a viabilização de projectos que exijam transparência, façam a denúncia dos jogos de oportunidades ilegitimamente distribuídos, propondo políticas que sirvam os interesses da comunidade e apelem a um desenvolvimento sustentado do concelho com fortes preocupações ambientais, sociais e culturais”. Por fim, Clara Alexandre promete ser “uma voz interventiva e dinâmica na Assembleia Municipal no sentido de marcar a viragem que urge no concelho”.
A candidatura contou também com a presença de Francisco Louçã, que acredita que estas eleições serão diferentes, pois o partido é hoje integrado por pessoas de todas as idades, classes sociais e económicas, sendo revelador, para além da maturidade atingida pelo Bloco, do desencanto dos portugueses no actual panorama político nacional. Louçã frisou ainda a preocupação com os problemas sociais, onde está patente a falta de emprego. Revelou um grande apreço por todos os envolvidos nestas autárquicas, pois serão estas que estarão mais próximas das pessoas, assim sendo, “apoia e estará ao lado desta candidatura”.
Segunda-feira, 29 de Junho de 2009
Segunda-feira, 1 de Junho de 2009
Governo incapaz de fazer face aos desastres ambientais
Miguel Portas, Marisa Matias e Rui Tavares visitaram os terrenos da antiga mina da Cunha Baixa, perto de Mangualde, distrito de Viseu. Encerrada em meados da década de 90, a mina a céu aberto não foi recuperada e espalha até hoje radioactividade que afecta as populações locais.
Para Miguel Portas esta situação é absurda, até porque há fundos europeus disponibilizados para resolver este tipo de atentados ambientais, mas o governo português tem-se demonstrado incapaz de de lhes fazer face. "Das mais de 160 minas que desapareceram em Portugal, cerca de 60 eram de urânio, mas só há seis projectos de intervenção em curso", disse Miguel Portas, que ainda recordou que a intervenção feita na mina da Urgeiriça foi incompleta.
Para Miguel Portas, o perigo da radioactividade tem de ser levado muito a sério. "Dos 550 mineiros da Urgeiriça que estavam a trabalhar quando esta fechou, 160 morreram de cancro", denunciou.
As minas da Cunha Baixa pertenciam à planície uranifera das Beiras e constituem um grave risco para a saúde pública.
Os minérios de urânio eram sujeitos a tratamentos de enriquecimento por lixiviação estática (injecção de ácido sulfúrico nos minérios pobres para extrair óxido de urânio). As soluções eram recolhidas na galeria e bombeadas para a superfície, onde o urânio era recuperado por permuta iónica em leito fluidizado.
Esta actividade gerou o enorme problema ambiental actual. O urânio e metais pesados contaminaram a jusante da mina terrenos agrícolas ao longo de uma linha de água, desde a mina até ao Rio Castelo, que desagua no Mondego, contaminando os solos.
Pela lei, as zonas mineiras deveriam ser requalificadas: os antigos espaços mineiros deveriam ficar como eram antes do início da actividade. Mas as empresas mineradoras nunca cumpriram a lei.
Para Miguel Portas esta situação é absurda, até porque há fundos europeus disponibilizados para resolver este tipo de atentados ambientais, mas o governo português tem-se demonstrado incapaz de de lhes fazer face. "Das mais de 160 minas que desapareceram em Portugal, cerca de 60 eram de urânio, mas só há seis projectos de intervenção em curso", disse Miguel Portas, que ainda recordou que a intervenção feita na mina da Urgeiriça foi incompleta.
Para Miguel Portas, o perigo da radioactividade tem de ser levado muito a sério. "Dos 550 mineiros da Urgeiriça que estavam a trabalhar quando esta fechou, 160 morreram de cancro", denunciou.
As minas da Cunha Baixa pertenciam à planície uranifera das Beiras e constituem um grave risco para a saúde pública.
Os minérios de urânio eram sujeitos a tratamentos de enriquecimento por lixiviação estática (injecção de ácido sulfúrico nos minérios pobres para extrair óxido de urânio). As soluções eram recolhidas na galeria e bombeadas para a superfície, onde o urânio era recuperado por permuta iónica em leito fluidizado.
Esta actividade gerou o enorme problema ambiental actual. O urânio e metais pesados contaminaram a jusante da mina terrenos agrícolas ao longo de uma linha de água, desde a mina até ao Rio Castelo, que desagua no Mondego, contaminando os solos.
Pela lei, as zonas mineiras deveriam ser requalificadas: os antigos espaços mineiros deveriam ficar como eram antes do início da actividade. Mas as empresas mineradoras nunca cumpriram a lei.
Domingo, 31 de Maio de 2009
Antigos mineiros da Urgeiriça apelam ao voto contra o PS junto à residência oficial do primeiro-ministro
Para receber os ex-mineiros estiveram presentes deputados do PCP, Verdes e Bloco de Esquerda e ainda a candidata ao Parlamento Europeu pelo BE, Marisa Matias.
Domingo, 26 de Abril de 2009
EM ABRIL, PROVOCAÇÕES MIL !
O presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão decidiu integrar nas comemorações oficiais do 35º aniversário do 25 de Abril, “a inauguração da requalificação do “Largo Salazar”..
Face aos protestos da URAP e das organizações locais do Bloco de Esquerda, do PCP e do PS, o autarca João Lourenço disse à comunicação social que o largo já tinha o nome do ditador e inaugurar a sua requalificação no 25 de Abril “foi uma coincidência feliz”. Se tivesse dito que se tratava apenas de uma coincidência já seria grave; mas “feliz coincidência”?... O homem diz que não é admirador do Salazar, mas depois tem um “lapsus linguae” e foge-lhe o sentimento para a boca.
Ao DN disse João Lourenço que “o passado já lá vai e é preciso exorcizar os fantasmas que muitos portugueses têm na cabeça. É preciso que todos cresçam democraticamente”. Ora, o passado não vai lá assim há tanto tempo para nos esquecermos dos 40 anos que Portugal sofreu com o “botas” de Santa Comba, que levou metade da população a emigrar para fugir à fome e à miséria; que bateu, prendeu, torturou e assassinou os trabalhadores que lutaram pelos seus direitos e os anti-fascistas que denunciavam a ditadura e lutavam pela liberdade do povo. Este, submetido pelo analfabetismo e pela ignorância, foi amordaçado pela censura, pela PIDE e por todo um aparelho de repressão que destilava medo por todos os poros. Os únicos fantasmas que temos na cabeça são os mortos da repressão e da guerra colonial. Quem não cresceu democraticamente foi João Lourenço que admitiu (em entrevista ao DN) que “provocação seria inaugurar a requalificação do Largo Salazar no 1º de Maio, Dia do Trabalhador”. Com certeza que seria uma provocação inaugurar no Dia Mundial dos Trabalhadores qualquer placa toponímica com o nome de um ditador que reprimiu ferozmente os trabalhadores que se insurgiam contra os salários de miséria e a brutal exploração dos grandes patrões, que tinham as costas quentes pela ditadura. A (insuspeita) revista Sábado desta semana trás um interessante artigo sobre as relações promíscuas entre Salazar e a meia dúzia de famílias mais ricas, a dos milionários e monopolistas que dominavam a economia do país (Espiritos Santos, Mellos, Champalimaud, Boullosa, Manuel Fino, Alfredo da Silva e poucos mais) com trocas de favores relacionados com os negócios à mistura com a mais enjoativa bajulice.
Mas João Lourenço já não acha provocação associar o nome de Salazar ao 25 de Abril. A liberdade tudo permite, até morder o próprio rabo, pensa o edil de Santa Comba. Com certeza que graças ao 25 de Abril ninguém o irá impedir de “comemorar” o Dia da Liberdade com uma provocação a todos os democratas, incluindo os de Santa Comba Dão. Precisamente pelo mesmo motivo, o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba também não pode impedir os democratas e anti-fascistas de se insurgirem contra o que consideram uma provocação e uma afronta ao 25 de Abril.
João Lourenço deve sentir-se amparado pelo apoio de alguns dos seus correligionários do PSD e do PP, como os que escrevem nos jornais locais a elogiar Salazar. Mas devia ter a consciência de que nem todos os eleitores que o elegeram são admiradores do ditador e, por consequência, tinha obrigação de mostrar mais sensibilidade política para não ofender os sentimentos dos democratas que, estou convicto, constituem a maioria da população de Santa Comba Dão.
Um dia depois do Núcleo de Santa Comba Dão do Bloco de Esquerda ter emitido um comunicado a repudiar esta provocação ao 25 de Abril, os cartazes que este partido tinha afixado em placards metálicos apareceram rasgados. Certamente, por mera (e “feliz”?) coincidência...
João Lourenço, em entrevista ao JN de 21.11.2005, disse que Santa Comba Dão deve explorar turisticamente a marca “Salazar”, “conhecida a nível nacional e internacional”. Só essa afirmação já é suficiente para confirmar os receios dos que pensam que o Museu Salazar, eufemísticamente chamado de Centro de Estudos do Estado Novo, não pretende ser mais do que um chamariz para atrair os delinquentes da extrema direita e os saudosistas da ditadura, como os que ali acorreram para a contra manifestação de Março de 2007, com saudações nazis e vivas a Salazar.
O autarca de Santa Comba Dão devia pensar noutras formas mais eficazes de desenvolvimento do seu concelho em vez de insistir em levar para a frente o “Museu Salazar”. Não sei se por uma “feliz coincidência”, Soares Marques, presidente da Câmara de Mangualde, também já anunciou o seu projecto de um Museu do Porco. Por qualquer associação de ideias, João Lourenço lembrou-se de inaugurar a requalificação do Largo Salazar com a oferta à população de “porco no espeto”.
Estou certo de que os democratas de Santa Comba Dão preferirão mil vezes o porco de Mangualde. Alguém duvida de que os objectos pessoais do ditador não atrairão a Santa Comba nem um milionésimo das pessoas que são atraídas a Mangualde pelo cheirinho das febras de porco, durante a Feira dos Santos
Carlos Vieira
Face aos protestos da URAP e das organizações locais do Bloco de Esquerda, do PCP e do PS, o autarca João Lourenço disse à comunicação social que o largo já tinha o nome do ditador e inaugurar a sua requalificação no 25 de Abril “foi uma coincidência feliz”. Se tivesse dito que se tratava apenas de uma coincidência já seria grave; mas “feliz coincidência”?... O homem diz que não é admirador do Salazar, mas depois tem um “lapsus linguae” e foge-lhe o sentimento para a boca.
Ao DN disse João Lourenço que “o passado já lá vai e é preciso exorcizar os fantasmas que muitos portugueses têm na cabeça. É preciso que todos cresçam democraticamente”. Ora, o passado não vai lá assim há tanto tempo para nos esquecermos dos 40 anos que Portugal sofreu com o “botas” de Santa Comba, que levou metade da população a emigrar para fugir à fome e à miséria; que bateu, prendeu, torturou e assassinou os trabalhadores que lutaram pelos seus direitos e os anti-fascistas que denunciavam a ditadura e lutavam pela liberdade do povo. Este, submetido pelo analfabetismo e pela ignorância, foi amordaçado pela censura, pela PIDE e por todo um aparelho de repressão que destilava medo por todos os poros. Os únicos fantasmas que temos na cabeça são os mortos da repressão e da guerra colonial. Quem não cresceu democraticamente foi João Lourenço que admitiu (em entrevista ao DN) que “provocação seria inaugurar a requalificação do Largo Salazar no 1º de Maio, Dia do Trabalhador”. Com certeza que seria uma provocação inaugurar no Dia Mundial dos Trabalhadores qualquer placa toponímica com o nome de um ditador que reprimiu ferozmente os trabalhadores que se insurgiam contra os salários de miséria e a brutal exploração dos grandes patrões, que tinham as costas quentes pela ditadura. A (insuspeita) revista Sábado desta semana trás um interessante artigo sobre as relações promíscuas entre Salazar e a meia dúzia de famílias mais ricas, a dos milionários e monopolistas que dominavam a economia do país (Espiritos Santos, Mellos, Champalimaud, Boullosa, Manuel Fino, Alfredo da Silva e poucos mais) com trocas de favores relacionados com os negócios à mistura com a mais enjoativa bajulice.
Mas João Lourenço já não acha provocação associar o nome de Salazar ao 25 de Abril. A liberdade tudo permite, até morder o próprio rabo, pensa o edil de Santa Comba. Com certeza que graças ao 25 de Abril ninguém o irá impedir de “comemorar” o Dia da Liberdade com uma provocação a todos os democratas, incluindo os de Santa Comba Dão. Precisamente pelo mesmo motivo, o presidente da Câmara Municipal de Santa Comba também não pode impedir os democratas e anti-fascistas de se insurgirem contra o que consideram uma provocação e uma afronta ao 25 de Abril.
João Lourenço deve sentir-se amparado pelo apoio de alguns dos seus correligionários do PSD e do PP, como os que escrevem nos jornais locais a elogiar Salazar. Mas devia ter a consciência de que nem todos os eleitores que o elegeram são admiradores do ditador e, por consequência, tinha obrigação de mostrar mais sensibilidade política para não ofender os sentimentos dos democratas que, estou convicto, constituem a maioria da população de Santa Comba Dão.
Um dia depois do Núcleo de Santa Comba Dão do Bloco de Esquerda ter emitido um comunicado a repudiar esta provocação ao 25 de Abril, os cartazes que este partido tinha afixado em placards metálicos apareceram rasgados. Certamente, por mera (e “feliz”?) coincidência...
João Lourenço, em entrevista ao JN de 21.11.2005, disse que Santa Comba Dão deve explorar turisticamente a marca “Salazar”, “conhecida a nível nacional e internacional”. Só essa afirmação já é suficiente para confirmar os receios dos que pensam que o Museu Salazar, eufemísticamente chamado de Centro de Estudos do Estado Novo, não pretende ser mais do que um chamariz para atrair os delinquentes da extrema direita e os saudosistas da ditadura, como os que ali acorreram para a contra manifestação de Março de 2007, com saudações nazis e vivas a Salazar.
O autarca de Santa Comba Dão devia pensar noutras formas mais eficazes de desenvolvimento do seu concelho em vez de insistir em levar para a frente o “Museu Salazar”. Não sei se por uma “feliz coincidência”, Soares Marques, presidente da Câmara de Mangualde, também já anunciou o seu projecto de um Museu do Porco. Por qualquer associação de ideias, João Lourenço lembrou-se de inaugurar a requalificação do Largo Salazar com a oferta à população de “porco no espeto”.
Estou certo de que os democratas de Santa Comba Dão preferirão mil vezes o porco de Mangualde. Alguém duvida de que os objectos pessoais do ditador não atrairão a Santa Comba nem um milionésimo das pessoas que são atraídas a Mangualde pelo cheirinho das febras de porco, durante a Feira dos Santos
Carlos Vieira
Sexta-feira, 24 de Abril de 2009
Comemorações do 25 de Abril em Santa Comba Dão – Posição do Núcleo do Bloco de Esquerda
Na sequência da publicitação do Programa das Comemorações do 25 de Abril anunciadas para Sta Comba Dão, o Núcleo do Bloco de Esquerda vem manifestar a sua total oposição face ao teor das mesmas. Mais especificamente, no que concerne, à inauguração do Largo Salazar nesse mesmo dia e inserida no Programa das Festividades Oficiais.
Parece-nos que este executivo demonstra não ter qualquer respeito pela sensibilidade de muitos cidadãos para quem o 25 de Abril ainda tem algum significado.
Comemorar o 25 de Abril com a inauguração de um Largo ao qual está atribuido o nome de Salazar, o qual durante 48 anos oprimiu este país e o seu povo, parece-nos uma afronta e nesse sentido manifestamos a nossa total oposição ao acto.
O Núcleo do Bloco de Esquerda de Santa Comba Dão
Parece-nos que este executivo demonstra não ter qualquer respeito pela sensibilidade de muitos cidadãos para quem o 25 de Abril ainda tem algum significado.
Comemorar o 25 de Abril com a inauguração de um Largo ao qual está atribuido o nome de Salazar, o qual durante 48 anos oprimiu este país e o seu povo, parece-nos uma afronta e nesse sentido manifestamos a nossa total oposição ao acto.
O Núcleo do Bloco de Esquerda de Santa Comba Dão
Sábado, 28 de Fevereiro de 2009
A Sinistra Ministra não apareceu em Santa Comba Dão
A ministra da Educacão, Maria de Lurdes Rodrigues, cancelou uma visita a Santa Comba Dão marcada para este sábado. A ministra ia inaugurar esta tarde o Conservatório de Música e Artes do Dão.O cancelamento da visita surge depois de os sindicatos terem anunciado que iam estar presentes, para se manifestarem contra o Estatuto da Carreira Docente e o modelo de avaliação.
Contactado pela TSF, Francisco Almeida, do sindicato dos professores da região centro, acusa a ministra de não querer enfrentar os professores.
«Percebemos que os responsáveis políticos do ministério da educação tenham dificuldade em sair do ministério e em enfrentar os professores. Eles sabem que estão a fazer um enormissimo ataque aos professores e portanto é natural que tenham depois alguma dificuldade em enfrentar professores», afirmou Francisco Almeida.
«Mas preparem-se para isso porque é o que vai acontecer sempre que saibamos que a ministra está na região centro do país», deixou o aviso.
in tsf.sapo.pt
Louçã ironiza ataques de Sócrates ao Bloco de Esquerda

Francisco Louçã agradeceu directamente ao primeiro-ministro José Sócrates por ter escolhido o Bloco de Esquerda como alvo dos seus ataques. "Quem imaginaria há 10 anos que este movimento teria a força para se tornar no tema central do congresso do partido mais poderoso", observou, acrescentando que o Bloco incomoda o primeiro-ministro "pela coerência de uma esquerda de que nos orgulhamos". Louçã falava para as cerca de 400 pessoas que encheram o mercado da Ribeira, em Lisboa, na primeira iniciativa de comemoração do 10º aniversário do partido.Veja mais fotos no FlickR do Bloco de Esquerda
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Costa diz que Bloco é "parasita"
O segundo mais importante dirigente do Partido Socialista, António Costa, afirmou durante o congresso do PS que o Bloco de Esquerda "é um partido oportunista, que parasita a desgraça alheia, mas incapaz de assumir os riscos da governação". Os ataques ao Bloco foram o centro da intervenção do presidente da Câmara Municipal de Lisboa, no seu discurso de apresentação da moção de José Sócrates ao Congresso.Ler mais e comentar...
Terça-feira, 10 de Fevereiro de 2009
Segunda-feira, 2 de Fevereiro de 2009
Antigos trabalhadores da ENU voltam a manifestar-se no próximo Domingo
Os antigos trabalhadores da ENU (Empresa Nacional de Urânio) voltam a manifestar-se no próximo Domingo, 8 de Fevereiro de 2009, em protesto contra o contínuo adiamento da satisfação das suas reivindicações de reformas dignas e indemnizações às vítimas da exposição à radioactividade e às suas famílias. Os ex-trabalhadores da ENU realizarão uma marcha entre a Urgeiriça (Canas de Senhorim, Nelas) e a Cunha Baixa (Mangualde).Ler mais e comentar...
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